Estudos de Arte - Curso Artes Visuais - Universidade de Évora http://estudosdearte.com Conferências, links, Vídeos Thu, 09 Aug 2007 13:02:27 +0000 http://wordpress.org/?v=MU pt Melancolia [ Auto-retratos ] - Maria José Palla - Conferência http://estudosdearte.com/2007/05/20/melancolia-auto-retratos-maria-jose-palla-conferencia/ http://estudosdearte.com/2007/05/20/melancolia-auto-retratos-maria-jose-palla-conferencia/#comments Sun, 20 May 2007 10:52:38 +0000 Estudos de Arte http://estudosdearte.com/2007/05/20/melancolia-auto-retratos-maria-jose-palla-conferencia/

23 de Março 2007
Melancolia [ Auto-retratos ]
Maria José Palla
Universidade Nova de Lisboa

Maria José Palla

A conferência

Num ambiente informal, Maria José Palla falou do seu trabalho e da sua relação consigo mesmo, expresso a partir de uma série de auto-retratos em suporte fotografico, feitos ao longo de vários anos.

Maria José Palla falou do medo normal de muitos artistas assumirem o estudo e o desenvolver do auto-retrato, não sendo este então um mero louvar do ego artístico de quem o faz.

Maria José Palla - Fotografias - Autoretratos,  Galeria Trem, Faro Maria José Palla - Fotografias - Autoretratos,  Galeria Trem, Faro Maria José Palla - Fotografias - Autoretratos,  Galeria Trem, Faro Maria José Palla - Fotografias - Autoretratos,  Galeria Trem, Faro

Visionamento de 2 vídeos

Victor Palla por Maria José Palla ( 25 min. ), encomenda do Centro Nacional de Fotografia, Janeiro 2000.
Video Album “Da maneira que fui doente do humor menencórico e dele guareci”, duração: 7, 5 min. 2000

Maria José Palla

Maria José Palla é professora de História de Arte e de História do Teatro na Universidade Nova de Lisboa. Viveu muitos anos em Paris onde se doutorou na Universidade da Sorbonne com uma tese sobre a simbólica do traje em Gil Vicente. É diplomada em História de Arte pela École du Louvre e autora de numerosos livros e artigos sobre Gil Vicente, o teatro do século XVI, e a pintura portuguesa do Renascimento.

Maria José Palla - Fotografias - Autoretratos,  Galeria Trem, Faro Maria José Palla - Fotografias - Autoretratos,  Galeria Trem, Faro Maria José Palla - Fotografias - Autoretratos,  Galeria Trem, Faro Maria José Palla - Fotografias - Autoretratos,  Galeria Trem, Faro

A par dos estudos literários dedica-se à fotografia, tendo realizado livros e exposições em Portugal e no estrangeiro. Recentemente rege a cadeira de Literatura e Fotografia na mesma Universidade.

Videos

“et j’ai perdu mon vol dans leurs chemins lactes”

“et j’ai perdu mon vol dans leurs chemins lactes”

Retirados da exposição ” Landscapes ” ( Feira Internacional de Arte Comtemporânea - Lisboa ), e ” A Roda do Tempo ” ( Lisboa ). Filmes de Maria Jose Palla e editados por Nuno Rodrigues e Sousa.

Links

http://mjpalla.no.sapo.pt

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http://estudosdearte.com/2007/05/20/melancolia-auto-retratos-maria-jose-palla-conferencia/feed/ Estudos de Arte IV Maria José Palla Maria José Palla - Fotografias - Autoretratos, Galeria Trem, Faro Maria José Palla - Fotografias - Autoretratos, Galeria Trem, Faro Maria José Palla - Fotografias - Autoretratos, Galeria Trem, Faro Maria José Palla - Fotografias - Autoretratos, Galeria Trem, Faro Maria José Palla - Fotografias - Autoretratos, Galeria Trem, Faro Maria José Palla - Fotografias - Autoretratos, Galeria Trem, Faro Maria José Palla - Fotografias - Autoretratos, Galeria Trem, Faro Maria José Palla - Fotografias - Autoretratos, Galeria Trem, Faro
ZDB e Ellipse Foundation- Visita de estudo Lisboa http://estudosdearte.com/2007/05/20/zdb-e-elipse-foundation-visita-de-estudo-lisboa/ http://estudosdearte.com/2007/05/20/zdb-e-elipse-foundation-visita-de-estudo-lisboa/#comments Sun, 20 May 2007 10:10:52 +0000 Estudos de Arte http://estudosdearte.com/2007/05/20/zdb-e-elipse-foundation-visita-de-estudo-lisboa/

20 de Abril 2007
ZDB e Ellipse Foundation
Visita de estudo Lisboa

ZDB - Galeria Zé dos Bois

Zé dos Bois, Galeria Lisboa Foto de Keith Fullerton Whitman: www.keithfullertonwhitman.com

( Foto de Keith Fullerton Whitman Maio 2005 )

Existindo desde 1994, a zdb afirma-se como um espaço privilegiado para o confronto, experimentação e divulgação de propostas emergentes comprometidas com as estéticas e tecnologias contemporâneas.

Ao longo dos 6 anos de existência a zdb tem ocupado edifícios abandonados situados no centro da cidade, desenvolvendo aí os seus projectos, fomentando a recuperação precária dos edifícios, favorecendo o seu estado de conservação e privilegiando desta forma uma relação especial com o espaço.

Zé dos Bois, Galeria Lisboa

Neste momento, a zé dos bois ocupa um espaço cedido provisóriamente pelo Centro Regional de Segurança Social, que se situa em Lisboa, no Bairro Alto na R. da Barroca, 59.

A zdb é uma estrutura de criação, programação, confronto e experimentação, gerida colectivamente.

A zdb é uma estrutura de criação, programação, confronto, experimentação e divulgação de propostas emergentes comprometidas com as estéticas e tecnologias contemporâneas. Para se ser sócio da galeria paga-se uma cota anual de €25, e tem-se direito a descontos nas actividades da zdb bem como no bar da galeria.

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Áreas em que se divide a zdb

Exposições
programação regular de exposições de artes visuais e novas linguagens artísticas que não têm lugar no circuito instinucional nem no circuito comercial das galerias e arte, desenvolvidas essencialmente em forma de site specific, em diálogo com os espacos ocupados.

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“(…) Patrícia Portela coloca-nos perante um espaço bidimensional, visual e narrativo, a história de um ser que vive entre obras de autores, páginas de livros, e que um dia se apercebe que a sua existência é também ficção de um outro, aquele que lê, e portanto está numa 3a dimensão. Ao contrário dessa retórica de banalidade performativa que se transformou a litúrgica palavra de ordem de “questionar o lugar do público”, o trabalho de Portela é de uma inteligência e de uma capacidade narrativa e reflexiva verdadeiramente brilhantes - a teorização faz-se com o próprio apelo lúdico, com a redescoberta do prazer de narrar. Numa era de omnipresente visibilidade, o regime é o de “(só se) sou visto, logo existo” - e se sou visto, quero também ver. Depois de Flatland-para cima e não para Norte, Flatland ll- to be is to be seen é credor de todas as expectativas”.

Augusto M. Seabra in Público 16 Maio 2005

Zdbmuzique
programação regular de concertos de música experimental, improvisada, electrónica. programação alternativa aos grandes auditóriose salas de espectáculo. um espaço privilegiado de confronto e fruição de novas propostas musicais.

Festival atlântico
direcção artística e producção do Festival Atlàntico - mostra internacional, biennal, de arte, performance, tecnologia que reúne artistas, teóricos, cientistas sob de um tema comum.

Tercenas
residências anuais para artistas. espaço de criação de conteúdos e experimentação no âmbito das artes visuais. iniciado em 2001 com artistas de Grenoble e Génève. espaço de reflexão e documentação das experiências adquiridas. no período de 2002, e com o mesmo o mesmo espírito, artistas portugueses ocupam, desenvolvem e produzem para 3 apresentações no decorrer do ano.

Performance, teatro, dança
programação, apoio à produção e divugação, de espectáculos multidisciplinares. espaço de experimentação de trabalhos em desenvolvimento que prossupõem um enquadramento menos convencional na relação com o público, ao contrário das salas de espectáculo mais tradicionais.

Supa8
exploração de formatos, aparentemente, de uso descontinuado e/ou amador, e das novas possibilidades de utilização desses formatos. sessões de projecção de filmes fora do circuito comercial. experimentais, animações, documentários. vídeo art. Formatos S8, 9mm, 16mm, Vídeo…

Acções zdb
trabalhos de autoria colectiva que se centram no desenvolvimento de um trabalho crítico e acerca da especificidade dos meios culturais, seus valores, usos e abusos. intervenções específicas, normalmente situadas entre a performance e a instalação, desenvolvidas pela equipa de trabalho da zdb.

Zdbdac
centro de cocumentação - espaço para consulta de livros, revistas e catálogos especializados em arte contemporânea.

Zdblab
estaleiro multimédia com vista à criação de projectos artísticos com a utilização de novas tecnologias e centro de documentação - espaço para consulta de livros, revistas e catálogos especializados em arte contemporânea.

Contactos ZDB

zdb - Galeria Zé dos Bois
Rua da Barroca 59
Bairro Alto
1200 - Lisboa
Portugal
t.: 213430205
zdb@zedosbois.org

Links

http://www.zedosbois.org

Ellipse Foundation

Ellipse Foundation

Fotografia: Paulo Seabra

A Ellipse Foundation surgiu de uma iniciativa de João Oliveira Rendeiro e apoio do Banco Privado Português. Foi constituída formalmente em 2004 com o objectivo de apoiar artistas contemporâneos através de diversas iniciativas, que incluem não só aquisições e encomendas, como também programas de residência de artistas, bolsas de estudo e projectos educativos. A Colecção conta actualmente com mais de 400 obras em diversos media — pintura, desenho, escultura, fotografia, filme e vídeo e instalação. A Ellipse Foundation prosseguirá com as aquisições para a colecção de arte de acordo com três categorias principais: artistas seminais em actividade desde a década de 1970, artistas a meio das respectivas carreiras e jovens artistas emergentes do século XXI.

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João Oliveira Rendeiro começou a coleccionar arte na década de 1980, tendo adquirido inicialmente peças-chave de mestres modernistas de relevo e de artistas contemporâneos portugueses. Desde então, o seu interesse evoluiu no sentido de desenvolver uma colecção internacional representativa. João Oliveira Rendeiro doou peças importantes ao Museu de Serralves, no Porto, e, em conjunto com a sua esposa Maria, ao Museu do Chiado – Museu Nacional de Arte Contemporânea, em Lisboa.

Os curadores da Ellipse Foundation são: Alexandre Melo, crítico e curador da Colecção do Banco Privado, Lisboa; Pedro Lapa, Director do Museu do Chiado – Museu Nacional de Arte Contemporânea, Lisboa; e Manuel González, curador independente, antigo Director-geral executivo de arte e director artístico da Colecção JPMorgan Chase, Nova Iorque. Em conjunto, têm a tarefa de definir e orientar as aquisições e o programa de exposições da Fundação.

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Esquerda: João Oliveira-Rendeiro e Alexandre Melo; Direita: Richard Flood, Manuel E. González e Barbara Gladstone - Foto: Miguel Amado

O quadro de consultores da Ellipse Foundation, agrupados no seu Conselho Consultivo, inclui Andrew Renton, Director do programa de estudos curatoriais do Goldsmiths’ College, Londres; Bartolomeu Marí, curador principal do Museu d’Art Contemporani de Barcelona; Lars Grambye, Director do Malmö Konsthall, Suécia; James Lingwood, Director da Artangel, Londres; Ricardo Martí Fluxá, Director do Museu Guggenheim, Bilbau; bem como o curador Hervé Mikaeloff, Paris.

O Art Centre da Ellipse Foundation, inaugurado em Maio de 2006, é um antigo armazém com cerca de 3,500 m2 situado em Alcoitão/ Estoril, onde o arquitecto, curador e crítico Pedro Gadanho, em parceria com o Atelier de Santos (a.s.), criou dez salas de exposição, espaço de acervo e serviços. Para além das exposições com obras da colecção este espaço recebe também várias actividades paralelas que incluem serviços educativos, programas de residências e projectos especiais. Estas modernas instalações consagrarão definitivamente a cidade litoral de Cascais como um centro da arte produzida desde 1979 até ao presente.

© Texto Copyright Ellipse Foundation

Artistas representados na Fundação

Ignasi Aballi, Franz Ackermann, Eija-Liisa Ahtila, Vasco Aráujo, Alexandre Arrechea, Fikret Atay, Mirosław Bałka, John Baldessari, Matthew Barney, Lothar Baumgarten, Bernd & Hilla Becher, Ashley Bickerton, Slater Bradley, Olaf Breuning, Pedro Cabrita Reis, Rui Chafes, James Coleman, Tony Cragg, José Pedro Croft, Alexandre da Cunha, Rineke Dijkstra, Eugenio Dittborn, Stan Douglas, Carroll Dunham, Jimmie Durham, Gardar Eide Einarsson, Olafur Eliasson, Michael Elmgreen & Ingar Dragset, Peter Fischli & David Weiss, Hamish Fulton, Robert Gober, Felix Gonzalez-Torres, Douglas Gordon, Dan Graham, Rodney Graham, Cao Guimarães, João Maria Gusmão Intrusão, David Hammons, Mona Hatoum, Eberhard Havekost, Arturo Herrera, Thomas Hirschhorn, Pierre Huyghe, Candida Höfer, Cristina Iglesias, Cameron Jamie, Christian Jankowski, Isaac Julien, Ilya & Emilia Kabakov, On Kawara, Mike Kelley, William Kentridge, Jürgen Klauke, Guillermo Kuitca, Louise Lawler, Sherrie Levine, Glenn Ligon, Sharon Lockhart, Jarbas Lopes, Sarah Lucas, Marepe, Rita McBride, Allan McCollum, McDermott & McGough, Steve McQueen, Cildo Meirelles, Aleksandra Mir, Tracey Moffatt, Matt Mullican, Markus Muntean & Adi Rosenblum, Shirin Neshat, Ernesto Neto, Rivane Neuenschwander, João Onofre, Catherine Opie, Gabriel Orozco, Damián Ortega, Pedro Paiva, Raymond Pettibon, Paul Pfeiffer, Jack Pierson, Richard Prince, Gonzalo Puch, Rosângela Rennó, Reynold Reynolds, MP & MP Rosado, Julian Rosefeldt, Tom Sachs, Anri Sala, Julião Sarmento, Thomas Scheibitz, Collier Schorr, Thomas Schütte, Allan Sekula, Steven Shearer, Cindy Sherman, Laurie Simmons, Lorna Simpson, Andreas Slominski, Hannah Starkey, Thomas Struth, Billy Sullivan, João Tabarra, Rirkrit Tiravanija, Rosemarie Trockel, Juan Uslé, João Pedro Vale, Kara Walker, Jeff Wall, Gillian Wearing, Lawrence Weiner, James Welling, Sue Williams, Erwin Wurm.

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Ellipse Foundation Contemporary Art Collection, Art Center, Alcoitão. Fotografias: Paulo Seabra

Ellipse Foundation
Rua das Fisgas, Pedra Furada
2645-111 Alcoitão
Portugal
t.: 21 469 18 06
info@ellipsefoundation.com

Links

http://www.ellipsefoundation.com

http://travel.nytimes.com/2007/02/18/travel/18surfacing.html

http://www.cm-cascais.pt/NR/exeres/66AA324F-8FEF-4978-8302-315D463C3485.htm

http://www.artecapital.net/entrevistas.php?entrevista=8 

http://www.artecapital.net/opinioes.php?ref=28&PHPSESSID=94c08cdd29a99fe1accf2ee8ed4dbeb4 

Nota: ZDB e Elipse Foundation- Visita de estudo Lisboa

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http://estudosdearte.com/2007/05/20/zdb-e-elipse-foundation-visita-de-estudo-lisboa/feed/ Estudos de Arte IV www.keithfullertonwhitman.com Zé dos Bois, Galeria Lisboa //www.u-clic.com/blog_imagens/uclic_zdb.jpg” cannot be displayed, because it contains errors. Image hosted by Photobucket.com Ellipse Foundation Ellipse Foundation8-8302-315D463C3485/2669/elli.jpg” cannot be displayed, because it contains errors. //artforum.com/uploads/upload.000/id11929/article00_wide.jpg” cannot be displayed, because it contains errors. Ellipse Foundation //www.artecapital.net/uploads/SALA-01Asave.jpg” cannot be displayed, because it contains errors. Ellipse Foundation
Performance PASQUIER, Centro de Arte Moderna George Pompidou Paris, Noite da Poesia http://estudosdearte.com/2007/05/20/performance-pasquier-centro-arte-moderna-george-pompidou-paris-noite-da-poesia/ http://estudosdearte.com/2007/05/20/performance-pasquier-centro-arte-moderna-george-pompidou-paris-noite-da-poesia/#comments Sun, 20 May 2007 09:34:45 +0000 Estudos de Arte http://estudosdearte.com/2007/05/20/performance-pasquier-centro-pompidou-paris-noite-da-poesia/

Performance PASQUIER
Centre de Arte Moderna George Pompidou, Paris França
Nuit de la Poesie. 29 Março 2006.

O artista Pasquier, convidado por “le Printemps des Poètes”, realizou uma performance na Grande Sala do Centro Pompidou em Paris.

Pasquier, ao mesmo tempo que havia leitura de poesia, improvisou uma obra pintada sobre folha de acrilíco transparente. O ambiente animou-se pelo ritmo de projecções de imagens sobre um ecrã gigante, e com a participação da Companhia de Dança de Carolyn Carlson.

Noel Pasquier

Performance de Noel Pasquier

Nascido em 1941, Pasquier vive e trabalha em Paris e na Bretanha.

Da obra monumental aos pequenos formatos, o artista explora todas as dimensões da sua arte. Uma arte que se declina em
múltiplos suportes visto que tanto trabalha o bronze como o têxtil, a cerâmica e o papel, a tela e o mármore ou o vidro.

Para além de expor regularmente em Nova Yorque, Pasquier, expoe em londres, tokio, Budapeste, São Paulo, Telavive, Beirute, Shangai, Singapura, Boston, Chicago, na Alemanha, em Itália…

No que respeita à arte pública, pintou todo um bairro em Suresnes; as suas pinturas murais investiram a gare tgv de Rennes; criou numerosos objectos para museus, ilustrou obras literárias; a sua obra gravada está depositada na bnf, em paris, e na public library, em Nova Iorque.

Companhia Carolyn Carlson

O “Atelier de Paris” Carolyn Carlson acolhe companhias de dança, coreógrafos e artistas-interpretes, e ajuda-os a desenvolver e a concretizar os seus projectos. Desde de 1999 que desenvolve “master-classes” de dança, performance e coreografias de expressão corporal contemporânea.

Links

http://pasquier.over-blog.org

http://brt76.free.fr/portugais.pdf

http://www.atelierdeparis.org

http://www.centrepompidou.fr

http://pt.wikipedia.org/wiki/Centro_Georges_Pompidou

Estudosdearte.com

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http://estudosdearte.com/2007/05/20/performance-pasquier-centro-arte-moderna-george-pompidou-paris-noite-da-poesia/feed/ Estudos de Arte IV Performance de Noel Pasquier Estudosdearte.com
Metáforas e representações do Coração na Arte Moderna e Contemporânea - Sandra Leandro http://estudosdearte.com/2007/05/19/metaforas-e-representacoes-do-coracao-na-arte-moderna-e-contemporanea-sandra-leandro/ http://estudosdearte.com/2007/05/19/metaforas-e-representacoes-do-coracao-na-arte-moderna-e-contemporanea-sandra-leandro/#comments Sat, 19 May 2007 13:53:04 +0000 Estudos de Arte http://seminariosdearte.wordpress.com/2007/05/19/metaforas-e-representacoes-do-coracao-na-arte-moderna-e-contemporanea-sandra-leandro/

8 de Junho
Metáforas e representações do Coração na Arte Moderna e Contemporânea- partes I, II e III
Sandra Leandro
Universidade de Évora

Metáforas e Representações do Coração na Arte Moderna e Contemporânea

Sandra Leandro

Parte I - Josefa Greno (1850-1902), Fanny Munró (1846-1926), Joana Vasconcelos (1971) - mulheres artistas.

«Será uma simples metáfora a “visão pelo coração”? A metáfora da visão intelectual tem sido (…) a definição de uma forma – até agora a mais decisiva e fundamental – de conhecimento».

Maria Zambrano – A metáfora do coração: e outros escritos, p. 20.

A metáfora do coração é o título de um conhecido livro de Maria Zambrano, que comecei por tomar como expressão unificadora de três obras e percursos bem diferenciados. Apresento também uma declaração de intenções: gostaria de desenvolver este tema até ao fim da vida quer na sua versão metafórica, quer no que diz respeito à representação. Além do sujeito-objecto coração, convém delimitar o que se entende por metáfora e também aqui segui Maria Zambrano que a considera como «uma forma imprecisa de pensamento. (…) a metáfora desempenhou na cultura uma função mais profunda, e anterior, que está na raiz da metáfora usada na poesia. É a função de definir uma realidade inabarcável pela razão, mas propícia a ser captada de outro modo. E é também a sobrevivência de algo anterior ao pensamento, pegada num tempo sagrado, e, portanto, uma forma de continuidade com tempos e mentalidades passadas, coisa tão necessária numa cultura racionalista».

Tanto quanto se sabe a representação figurativa mais tradicional da forma-coração, surgiu no século XIV, e é originária das oficinas que produziam papel: surgiu como marca de fabrico. O modelo parece ter sido uma folha de árvore. Assim, a configuração parece não derivar da anatomia humana, mas da botânica, especialmente da folha do lilás - «Quais as características do coração que os fabricantes do papel pretendiam simbolizar nas suas filigranas, se isto mesmo era sua intenção ou se apenas lhes interessava uma forma agradável, não nos revelaram. É pouco provável que tivessem em vista um símbolo erótico, pois o papel era destinado, em especial, a chancelarias, e não a cartas de amor»…

I. Josefa Greno: coração duplicado

Josefa Saez Garcia nasceu em Medina Sidonia em 1850. Filha de Maria Seoane e do capitão-general José Garcia Saéz, falecido teria ela três anos, viveu em Sevilha até aos catorze, ali frequentando um colégio onde aprendeu os rudimentos da leitura, escrita e aritmética bem como desenho e bordados, tendo mais tarde um professor particular. Aos catorze ou quinze anos foi residir para La Coruña, de onde sua mãe era natural, e deveria ter cerca de vinte quando planeou, conjuntamente, o regresso a Sevilha. Contudo, os sobressaltos causados pela III Guerra da causa Carlista desviaram-lhe a rota para Lisboa.
Por volta de 1870, conheceu na capital portuguesa um finalista do curso de Pintura da Academia de Belas Artes - Adolfo César de Medeiros Greno. Entretanto, Josefa dedicou-se aos bordados e à alta-costura., tentando também a literatura publicando poesias e contos em revistas espanholas.
Em Maio de 1876, Adolfo Greno fez provas para pensionista em Paris e tendo ganho a bolsa desenhou-se-lhe um problema: teria que optar ou por Josefa ou pela pensão, pois naquela época os artistas não poderiam ser pensionistas se fossem casados… Após certa hesitação optou pelas duas, celebrando-se o casamento pouco antes da partida. A mãe de Josefa acompanhou o jovem casal.

Josefa Greno
Fig. 1 – Fonte: ALDEMIRA, Varela - A pintora Josefa Greno: nova autópsia dum velho caso.

Na casa que habitaram na Cidade-Luz, recebiam habitualmente poucas visitas. Josefa pousava nessa época como modelo do marido sendo o Nu, enviado em 1877 para a Academia de Belas Artes de Lisboa, um dos trabalhos que o registam. Para compensar a pouca produtividade do marido que “se perdera” na boémia parisiense decidiu aprender Piano e Pintura.

Nunca saberemos, nem é o nosso propósito aqui, apurar a responsabilidade de cada um na ruína de um vínculo afectivo…
A sua estreia como pintora ocorreu na XIII Exposição da Sociedade Promotora de Belas Artes inaugurada em 8 de Junho de 1884, em Lisboa. Apresentou-se, como era indispensável na época, como discípula de Adolfo Greno.

As suas obras causaram enorme espanto discutindo-se «a surpresa Greno». Conforme Varela Aldemira registou, eram frequentes os comentários desconfiados: «Estes trabalhos não são de mulher. Há aqui um à-vontade, um domínio na maneira de atacar o assunto que impressiona, agrada e satisfaz as condições da pintura viva, a pintura que se respira e sentimos, liberta de amadorismos. Vejam, que até o Ferreira Chaves e o Lassere, experimentados floristas, empalidecem ao lado desta senhora. Se não é um homem a pintar, é o diabo por ela. Perguntam uns aos outros quem é a artista. -

Discípula de Greno? Ora! Ora! Ele não sabe de si, quanto mais ensinar os outros! Alguém a conhece pessoalmente? Não? Pois aqui deve haver marosca! - Também acho estranho. Nenhuma analogia existe entre a pintura lambida e adocicada do Adolfo e este realismo audacioso, nada feminil, da suposta discípula. A não ser que trocassem os sexos. Ele deve ser ela, e vice-versa».

Nesta exposição ganharia a Terceira Medalha, bem como o seu marido, não sem discussão quanto à qualidade do segundo… A partir desta mostra Josefa seria a mais celebrada pintora de flores.

O regresso dos Grenos a Portugal ocorreu em 1886. Participaram nesse ano na Sexta Exposição do Grupo do Leão registando o catálogo a morada definitiva do casal na Travessa de S. Mamede. Josefa apareceu assim, pela primeira vez, nesse certame com dezassete óleos. Entretanto, o casal conseguiu um atelier, perto da sua residência. Josefa devotou-se inteiramente ao trabalho, seleccionando amizades e frequentando poucas reuniões sociais, isolava-se cada vez mais. Num tempo em que a Pintura era ainda janela, Josefa evadia-se numa coincidência com o ponto de fuga.

Não farei aqui o arrolamento das exposições em que Josefa participou mas, convém destacar, que na primeira exposição do Grémio Artístico, em 1891, obteve igualmente êxito assinalável, apresentando dezassete pinturas, um pano de leque pintado a guache e um pastel.

Tanto os amigos mais próximos do casal quanto os conhecidos consideraram que a maior crise nervosa de Josefa começou justamente em 1895, altura em que o marido, boémio encartado com sucursais em Lisboa, se apropriou indevidamente das poupanças que arduamente tinha conseguido reunir.

Desfeita pelo desespero, e outros sentimentos de igual calibre, na noite de 7 de Abril de 1901, Josefa disparou um tiro sobre o marido, não o atingindo. Adolfo Greno parece não ter dado grande importância ao sucedido. Aparentemente a vida decorria como era comum entre o casal de tal forma que Josefa participou ainda na primeira exposição da Sociedade Nacional de Belas-Artes que inaugurou em 15 de Maio de 1901.

Após vários anos de suplício, Josefa não aguentou: na noite de 25 para 26 de Junho atingiu o marido com quatro tiros. Infelizmente criou, no concreto, a sua última natureza morta ficando o sucedido intitulado como «o horrível crime da

Travessa de S. Mamede» ou como o «caso Greno» sendo alvo de vários folhetos de cordel. Morbidamente os quadros expostos nas Sociedade Nacional de Belas-Artes «foram todos adquiridos depois do fatal dia 26 de Junho».

Foi levada para o Aljube e no rol dos depoimentos não deixa de ser significativo que o seu cunhado, Carlos Greno, tenha deposto a seu favor. Foi transferida para Rilhafoles, em 2 de Julho, e Miguel Bombarda, director do hospital, proibiu-lhe as visitas. Ninguém mais a tornou a ver com vida. Bombarda estudou o caso parecendo fixar-se em demasia na atribuição de um delírio: recolheu vários pareceres de célebres congéneres estrangeiros escrevendo o médico que se tratavam de «documentos decisivos: todos conclu[indo] pela morbidez de Josefa Greno». Parece haver, no entanto alguma precipitação porque, de facto, muitos deles pediam para se clarificarem aspectos importantes…

Terminado o processo médico-legal praticamente toda a imprensa declarou Josefa como «doida». Não foi apenas nos jornais que a sua memória foi mais ou menos denegrida. Contudo, A paródia de 30 de Outubro publicou uma caricatura de Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro intitulada «Paranoiquice ao ar livre» de teor um pouco diferente.

Declarado o mal de Bright (afecção renal) a que se somava a decadência nevrótica, faleceu às 21 horas do dia 27 de Janeiro de 1902 - sete meses depois de internada. Doze horas mais tarde procedeu-se à autópsia sendo o próprio doutor Miguel

Bombarda a realizá-la. No entanto, foi Silva Amado, o assistente, que notou na autópsia que o coração de Josefa tinha mais do dobro do peso e da medida de um coração feminino… O seu processo contém ainda uma carta escrita em castelhano que revela um enorme desespero. Um coração grande que certamente verteu sangue e água, glosando em nova ordem o nome Greno: negro.

II. Fanny Munró: coração naufragado

Fanny Munró
Fig. 2 - .Fanny Munró. Álbum de família. Colecção particular.

Francisca Joyce Munró, mais (des)conhecida por Fanny Munró, nasceu em 1846 e faleceu, em Lisboa, em 1926 (1). Filha de Charles Alexander Munró e de Maria José Peters Joyce Munró . Na família foi sempre observada como a menina diferente, contemplativa e introvertida. Sabe-se que conhecia de cor alguns poetas ingleses e que acompanhava, com entusiasmo, o movimento literário português.

(1) - Quero agradecer, expressivamente, a cedência de informação variada sobre esta artista à Sr.ª D. Ana Maria Rocha.

Discípula de Silva Porto trabalhou em atelier próprio, situado nos Restauradores espaço cedido pelo seu cunhado Policarpo Anjos. Participou entre outras nas exposições do Grémio Artístico. Tendo permanecido solteira, morou na casa da irmã mais nova Alice Munró dos Anjos e de Policarpo Pecquet Ferreira dos Anjos aos Restauradores.

O mar foi sem dúvida um dos referentes mais glosados pela artista o que não era muito comum se o compararmos com as temáticas abordadas pelas suas colegas.

Referi que permaneceu solteira, mas sabe-se que viveu uma forte paixão com Filipe de Andrade, um homem que a família mal conheceu. Não era da mesma condição social da artista, o que naquela época não era problema menor, mas tinham os mesmos interesses: Poesia, Artes Plásticas e a contemplação da natureza. Um dia as cartas que frequentemente trocavam deixaram de ser respondidas. Fanny estranhou. A família fez uma discreta investigação nada apurando, em concreto, além do seu desaparecimento. Para constrangimento de todos, foi através dos jornais que souberam que Filipe de Andrade tinha sido misteriosamente encontrado morto, por afogamento, no Tejo… Quando tomou conhecimento do sucedido o seu coração mergulhou em tristeza e nunca mais quis pensar em casamento. O mar que lhe roubou o ente amado seria representado até ao fim da vida, talvez como quem exorciza uma força indomável que a impediu de concretizar o seu amor. Este dado pode dar-nos uma nova leitura sobre a preferência pela pintura de marinhas.

III. Joana Vasconcelos: coração independente

Joana Vasconcelos, nasceu em Paris, em 1971. O carácter lúdico de muitos objectos que cria transferiu-se igualmente para o livro-jogo que Agustin Pérez Rubio lhe dedicou.

Joana Vasconcelos
Fig. 3 - .Vasconcelos, Coração Independente, na exposição O nome que no peito escrito tinhas, Pavilhão Centro de Portugal, Coimbra, 4 de Julho a 4 de Setembro de 2005. Fotografia Sandra Leandro.

Coração Independente é uma peça que facilmente origina uma intensa produção de sentido ao concentrar-se no centro vital do ser humano. A apropriação física do lugar mítico do Amor, que por ser um sentimento não tem materialidade, mas que como metáfora se sediou no coração. O Amor como algo que deixa em suspenso, que, se por um lado, confere certa segurança, por outro tira-a. Conquistar o coração de alguém é, em certa medida, fazê-lo perder o domínio de si mesmo como regista o Cântico dos cânticos.

Coração Independente é um verso do fado que Amália compôs e cantou, intitulado «Estranha forma de vida». Mas esta forma não é estranha: o modelo são os delicados corações de filigrana de Viana do Castelo. O fado diz «Coração independente, / coração que não comando: / vive perdido entre a gente, / teimosamente sangrando, / coração independente». É jogar com uma metafórica impossibilidade de se ser, na Terra, independente do coração e reforça esse impedimento ao cantar: «Eu não te acompanho mais».

Construído com cinco mil talheres de piquenique torcidos a quente, a escala do coração foi alterada, magnificada. Não é certamente por acaso que é debruado por facas: o talher que mais fatalmente perfura. A relação entre o Amor e a ferida é evidente e não necessita grandes explicações… O que os atravessa, o que os parte, o que os golpeia por dentro e por fora?

O garfo que segura e agarra, a colher que ajuda a ingerir. O Amor que se pode querer excessivo e fatal pode igualmente não se coadunar com a imperfeição de um quotidiano que tem de utilizar talheres… O mundo humano não comporta a perfeição, mas também pode ser nessa imperfeição que se encontra o Amor…

Peça laboriosa, como que valorizando um saber fazer, é simultaneamente uma peça muito e pouco criptada, criando, como vimos, uma intrincada rede de sentidos. Existe uma versão anterior, cujo acrílico utilizado é amarelo: uma peça site specific criada para o restaurante Eleven em Lisboa, situado justamente no Jardim Amália Rodrigues. Na sua transparência de acrílico colorido, o brilho da sua expressão semi-esconde o lume, pode fazer pensar em corações em chamas e tal como observa Maria Zambrano essa foi outra das metáforas do coração: o fogo.

sandra leandro
Sandra Leandro, Universidade de Évora

Breve Nota curricular

Sandra Leandro - Mestre em História da Arte Contemporânea pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, com a dissertação Teoria e Crítica de Arte em Portugal (1871-1900), apresentada em 1999, termina o Doutoramento na mesma Universidade. Actualmente (2006-2007), lecciona as cadeiras de Estudos de Arte I, III e IV, na Licenciatura de Artes Visuais e Metodologia da Investigação no Mestrado de Artes Visuais - Intermedia da Universidade de Évora. Foi docente das cadeiras de Comunicação Visual e Estudos de Arte II na UE; de Linguagens da criatividade no Mestrado em Património Cultural da Universidade Católica Portuguesa (os dois primeiros anos em parceria com a Professora Clara Menéres); de Cultura Portuguesa; História da Arte e Literatura e Cultura Portuguesa no Instituto Superior de Educação e Ciências. Dos Centros de Investigação a que pertence, mencione-se Faces de Eva – Centro de Estudos sobre a Mulher, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (pertencendo à redacção da revista desde o ano 2000); Instituto de História da Arte da FCSH-UNL; CLEPUL - Centro de Literaturas de Expressão Portuguesa das Universidades de Lisboa. Em 1998, foi comissária da exposição «Lino António (1898-1974)». Dos últimos trabalhos publicados refira-se, entre outros: «Ver num instante: um, meio e multidão». In Joshua Benoliel 1873-1932: repórter fotográfico, Câmara Municipal de Lisboa; Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa, 2005; Patrimónios pouco visíveis: as pintoras Josefa Greno (1850-1902) e Fanny Munró (1846-1926) http://www.apha.pt/boletim/boletim4/default.htm - on-line desde 8.12.2006; «Invisíveis e intangíveis nos Estudos de Arte: João Couto e o laboratório científico»; «O mito do recriador: Luciano Freire e os trabalhos de conservação e restauro da “Pintura Antiga”». In 40 anos do Instituto José de Figueiredo. Lisboa: IPCR, 2007.
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Linhas de evolução da padronagem nos tecidos: da Pérsia ao Renascimento - Teresa Peralta http://estudosdearte.com/2007/05/19/linhas-de-evolucao-da-padronagem-nos-tecidos-da-persia-ao-renascimento-teresa-peralta/ http://estudosdearte.com/2007/05/19/linhas-de-evolucao-da-padronagem-nos-tecidos-da-persia-ao-renascimento-teresa-peralta/#comments Sat, 19 May 2007 13:52:16 +0000 Estudos de Arte http://seminariosdearte.wordpress.com/2007/05/19/linhas-de-evolucao-da-padronagem-nos-tecidos-da-persia-ao-renascimento-teresa-peralta/

1 de Junho
Linhas de evolução da padronagem nos tecidos: da Pérsia ao Renascimento
Teresa Peralta
Escola Superior de Artes Decorativas - Fundação Ricardo Espírito Santo Silva

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Sobre os modos de fazer mundos - Emília Ferreira http://estudosdearte.com/2007/05/19/sobre-os-modos-de-fazer-mundos-emilia-ferreira/ http://estudosdearte.com/2007/05/19/sobre-os-modos-de-fazer-mundos-emilia-ferreira/#comments Sat, 19 May 2007 13:49:43 +0000 Estudos de Arte http://seminariosdearte.wordpress.com/2007/05/19/sobre-os-modos-de-fazer-mundos-emilia-ferreira/

11 de Maio
Sobre os modos de fazer mundos
Emília Ferreira
Casa da Cerca

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Trabalho versus vontade de continuar a brincar - Magda Alves Pereira e Luís Carvalho http://estudosdearte.com/2007/05/11/trabalho-versus-vontade-de-continuar-a-brincar-magda-alves-pereira-e-luis-carvalho/ http://estudosdearte.com/2007/05/11/trabalho-versus-vontade-de-continuar-a-brincar-magda-alves-pereira-e-luis-carvalho/#comments Fri, 11 May 2007 13:50:22 +0000 Estudos de Arte http://seminariosdearte.wordpress.com/2007/05/19/trabalho-versus-vontade-de-continuar-a-brincar-magda-alves-pereira-e-luis-carvalho/

18 de Maio
Trabalho versus vontade de continuar a brincar
Magda Alves Pereira e Luís Carvalho
Bombaamor Studio

O Conceito
Na criação dos produtos bombaamor, é valorizada a riqueza das ideias, da inovação, em detrimento de preconceitos. É valorizado o engenho, a habilidade e o prazer de construir Alia simplicidade à qualidade, ao inesperado, conjuga necessidades práticas com a arte e o lúdico. A bombaamor dedica-se a fazer o que gosta. A bombaamor gosta das ideias das pessoas.

Produção
A bombaamor produz com métodos semi-indústriais, tendo em vista o bem estar dos trabalhadores, evitando tarefas demasiado repetitivas, como outros aspectos negativos que envolvem o trabalho industrial, procurando soluções alternativas e criativas nos seus métodos produtivos.
A bombaamor tem o prazer de usar a criatividade não só nos seus produtos mas em todo o processo produtivo, que se traduz no seu trabalho diário. Os móveis bombaamor são produzidos pelos seus designers!

Material
A utilização do MDF como principal matéria-prima:
Ecologicamente melhor, pois é um derivado da madeira, que é fabricado a partir de desperdícios.
Todos as matérias-primas e ferragens utilizadas são seleccionadas, de modo a obter um produto final resistente,
de fácil montagem e desmontagem, e com grande durabilidade.

Acabamentos
O envernizamento de Estufa
A pintura de Estufa, vulgarmente designada Lacagem
A pintura manual, utilizada nas frentes de gavetas e portas
O desenho manual utilizado na Linha CANOS, nas frentes das Gavetas.
O revestimento do MDF, com folha melamínica, utilizado no interior de armários
Todas as tintas e vernizes utilizados são de base aquosa não poluente.

Links

http://www.bombaamor.com/

http://www.edinteriores.com/empresa_parc.php?id=6 

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Portugal nas Exposições Universais ( 1851-1900 ). A imagem do país através do imaginário arquitectónico - Elena Souto http://estudosdearte.com/2007/05/04/portugal-nas-exposicoes-universais-1851-1900-a-imagem-do-pais-atraves-do-imaginario-arquitectonico-elena-souto/ http://estudosdearte.com/2007/05/04/portugal-nas-exposicoes-universais-1851-1900-a-imagem-do-pais-atraves-do-imaginario-arquitectonico-elena-souto/#comments Fri, 04 May 2007 13:48:57 +0000 Estudos de Arte http://seminariosdearte.wordpress.com/2007/05/19/portugal-nas-exposicoes-universais-1851-1900-a-imagem-do-pais-atraves-do-imaginario-arquitectonico-elena-souto/

4 de Maio
Portugal nas Exposições Universais ( 1851-1900 ). A imagem do país através do imaginário arquitectónico
Elena Souto
IADE - Instituto de Artes Visuais, Design e Marketing

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A obra gráfica: Manipulações sensíveis - Manuela Cristóvão http://estudosdearte.com/2007/04/27/a-obra-grafica-manipulacoes-sensiveis-manuela-cristovao/ http://estudosdearte.com/2007/04/27/a-obra-grafica-manipulacoes-sensiveis-manuela-cristovao/#comments Fri, 27 Apr 2007 13:48:18 +0000 Estudos de Arte http://seminariosdearte.wordpress.com/2007/05/19/a-obra-grafica-manipulacoes-sensiveis-manuela-cristovao/

27 de Abril
A obra gráfica: Manipulações sensíveis
Manuela Cristóvão
Universidade de Évora

Manuela Cristóvão, Universidade de Évora

A conferência

Manuela Cristóvão apresentou o seu portfolio que consiste numa série de obras em executados em variados materiais. Apresentou imagens e trabalhos feitos em pintura, gravura, fotografia em estúdio, desenho e instalações em trompe d’oeil.

Pinturas em aguarela, Manuela Cristóvão, Universidade de Évora Livro Manuela Cristóvão, Universidade de Évora

Logo Manuela Cristóvão

Links

http://www.uevora.pt/index.php?module=universidade&action=pessoaid&id=720

http://www.dopapel.com/htm/noticias_back01.htm

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Estudos de Arte IV - Conferências 2007 http://estudosdearte.com/2007/03/20/estudos-de-arte-iv-conferencias-2007/ http://estudosdearte.com/2007/03/20/estudos-de-arte-iv-conferencias-2007/#comments Tue, 20 Mar 2007 16:44:00 +0000 Estudos de Arte http://estudosdearte.com/2007/03/20/estudos-de-arte-iv-conferencias-2007/

Conferências 2007

2 de Março
Portugal Património
Álvaro Duarte de Almeida
Portugal Património

9 de Março
Escultura em Ferro

Gonçalo Jardim
Universidade de Évora

16 de Março
Museu do Chiado e CCB
Visita de Estudo Lisboa

23 de Março
Melancolia [ Auto-retratos ]
Maria José Palla
Universidade Nova de Lisboa

13 de Abril
Orientação de trabalhos
Sandra Leandro
Só para alunos inscritos na cadeira

20 de Abril
ZDB e Elipse Foundation
Visita de estudo Lisboa

27 de Abril
A obra gráfica: Manipulações sensíveis
Manuela Cristóvão
Universidade de Évora

4 de Maio
Portugal nas Exposições Universais ( 1851-1900 ). A imagem do país através do imaginário arquitectónico
Elena Souto
IADE - Instituto de Artes Visuais, Design e Marketing

11 de Maio
Sobre os modos de fazer mundos
Emília Ferreira
Casa da Cerca

18 de Maio
Trabalho versus vontade de continuar a brincar
Magda Alves Pereira e Luís Carvalho
Bombaamor Studio

1 de Junho
Linhas de evolução da padronagem nos tecidos: da Pérsia ao Renascimento
Teresa Peralta
Escola Superior de Artes Decorativas - Fundação Ricardo Espírito Santo Silva

8 de Junho
Metáforas e representações do Coração na Arte Moderna e Contemporânea- partes I, II e III
Sandra Leandro
Universidade de Évora

15 de Junho
Síntese das sessões
Sandra Leandro
Só para alunos inscritos na cadeira

Cartaz dos Seminários

Cartaz de Estudos de Arte IV - 2007 - Grande 1103 x 1559

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